quarta-feira, janeiro 22, 2014

#nowplaying

Now, Now - Lucie, Too

Alto crush nestas miúdas!




segunda-feira, janeiro 20, 2014

Okay. Já ouviram a nova do Blake?

Já não vejo mais nada à frente!

terça-feira, janeiro 07, 2014

O primeiro vício de 2014

No mês de Janeiro do ano passado partilhei o Postable EP do Oceania. Este ano é a vez do Alejandro Ghersi, mais conhecido como ARCA. Foi mesmo no final de Dezembro que um dos meus amigos recomendou que prestasse atenção ao venezuelano, não só pelo facto de ter colaborado na produção do Yeezus, mas também por ser o produtor de FKA Twigs. Desde que encontrei esta mix no soundcloud que "não vejo mais nada à frente", ouço isto todos os dias. Não sei definir o que ele faz, prefiro dizer que é simplesmente incrível, em vez de ir buscar "rótulos parvos" como "glitch-wave" e "post-internet". Não há duvida que a música que ARCA produz consegue agregar todas as coisas que me fascinam na música eletrotécnica e também na nova forma de pensar as batidas do Hip-Hop. É para mim sem duvida a minha ultima descoberta mais entusiasmante de sempre!

segunda-feira, janeiro 06, 2014

Para quem ainda não ouvir.

Está aqui a minha primeira mix, com bué mambos que curto, desde Lapalux à canção da Robin S que bateu bué nos anos 90. Fiz isto no ano passado antes do ano acabar e  a partir daí tenho sido convidado a "passar som" num dos bares cá da Moita, onde costumo ir beber uns canecos (sim estou a usar bué calão moitense).




Na próxima quarta, vou tocar um set no WineHouse.
Mais informações aqui.

sexta-feira, janeiro 03, 2014

Deserto

O ano ainda agora começou mas em alguns campos da minha vida pessoal parece que estou a atravessar um deserto (mas claro que sei para onde vou...). Ler Numeros 14 esta manhã fez-me pensar um bocado em "bué mambos da vida", mas fiquem descansados não me vou me meter a escrever posts extensos sobre fé, este blogue é sobre música.

Escolhi três canções sobre o meu #mood de hoje.
Continuação de um bom dia para todos.





quarta-feira, janeiro 01, 2014

2013

É um bocado ridículo fazer listas das melhores cenas de um ano antes do seu fim, é por isso que resolvi adiar este post até ao primeiro dia de 2014, mas hey, isto é o que eu acho, e talvez a única coisa ridícula aqui é o que eu acabei de escrever...
Não escolho estes discos meramente por uma questão de relevância, ou o que trouxeram de novo para a musica, ou se estão muito bem gravados e produzidos. Estes são critérios que tenho em conta, mas acima de tudo estou a listar os discos que mais gostei de ouvir ao longo do ano e que sei que irei continuar a ouvir, ou seja, sempre que eu enunciar um "nº 1" isso significa que esse é o meu favorito do ano, não quer dizer necessariamente que é o melhor do ano, não sou eu que tenho de decidir isso...

Baza lá aos Tops então:


DISCOS INTERNACIONAIS:
1 - Overgrown - James Blake
2 - Anything In Return - Toro Y Moi
3 - Cold Spring Fault Less Youth  - Mount Kimbie

DISCOS NACIONAIS:
1 - Turbo Lento - Linda Martini
2 - O Grande Medo do Pequeno Mundo - Samuel Úria
3 - Ash Is A Robot - Ash Is A Robot

DISCOS QUE SÓ DESCOBRI EM 2013:
Threads - Now, Now - (o álbum é de 2012)
Astro - Astro (a banda do Chile e o álbum é de 2011)

ESTE ANO PRESTEM ATENÇÃO A:
-Squin
-Dwarf
-Apoca-Lips

MELHOR CONCERTO:
The XX no Day + Night

MENÇÕES HONROSAS:
Matangi - M.I.A.
Yeezus - Kanye West
Reflektor - Arcade Fire
Is Survived By - Touché Amoré
The Water And The Blood - Dustin Kensrue
Sunbather - Deafheaven
Arca - &&&&&
Um/I - Papaya
Jibóia EP - Jibóia


Tudo o que tá no spotify está aqui, tá bem?
Beijos e abraços.



Silencio...

...bora lá acabar com ele.

Estive cerca de seis meses longe deste blogue desde a ultima vez que postei alguma cosia. No inicio não foi intencional, mas rapidamente comecei a repensar a forma como postvaa e o que me levava a postar e decidi que só voltaria aqui agora em 2014.

Em primeiro lugar percebi que não tinha assim tanta necessidade de partilhar a minha opinião a cerca de musica, em primeiro lugar porque tenho de estar mais preocupado em criar a minha própria música em vez de estar a pensar na musica dos outros. No fundo, também percebi o que eram os meus posts: simplesmente a minha opinião, que vale o que vale (nada mesmo(lol). Não tenho qualquer pretensão em ser "jornalista" ou "critico" da net, e já estava um pouco cansado da ideia de tentar compreender (e justificar) toda a musica de que gosto, apesar de ter sido eu próprio, quem propôs a mim mesmo, usar este blogue com este propósito, de tentar compreender melhor o meu gosto ou até mesmo ausência dele. Outra razão que me fez parar de escrever foi começar a ouvir varias vezes quando era entrevistado, perguntas começadas com "Eu li no teu blogue..." (aquele momento em que percebo que afinal há malta que vem cá ver isto, e não estou a escrever só para o meu amigo d' Aveiras de Cima).
Tenho tido o privilegio de ser convidado por outros blogues e publicações para ocasionalmente partilhar a minha opinião a cerca das cenas que ouço, e para mim isso chega, no entanto este post não serve para dizer que vou parar de utilizar este blogue, é o contrario.
Vou usar este espaço para partilhar ainda mais musica e menos opiniões (que na verdade não interessam a ninguém). A coisa boa dos blogues é que só vai ver quem quer, ao contrario do que acontece no Facebook em que nem sempre escolhemos o conteúdo que vemos, e eu não quero ser mais um daqueles "gajos chatos que acham que toda a gente tem de saber o que andam a ouvir" (o spotify e o soundcloud fazem isso por mim, eu sei). Quem quiser saber o que ando a ouvir e quero partilhar pode passar por aqui, irei partilhar coisas antigas com o mesmo entusiasmo que partilho as minhas descobertas, e de vez em quando vou continuar a escrever sobre música que mexe comigo, e as novidades da música que vou fazendo também.

Tanta coisa só para dizer que em 2014 quero estar mais na desconcentra...
Bom ano para toda a gente.

<3 comment-3--="" nbsp="">

quinta-feira, junho 06, 2013

Não me esqueci que tenho um blogue...

Tenho passado imenso tempo fora de casa e quando regresso a ultima coisa que me lembro é de que tenho um blogue para manter (ou não).
Enfim...
Eu pensei para mim mesmo "quando regressar ao blogspot vai ser para falar do novo de Mount Kimbie". Entretanto tive o enorme privilégio de os ver ao vivo no Day + Night Lisboa, eu recebi um convite da Janela Urbana para escrever sobre essa experiência e há um video giro desse dia.

O dia em que consegui conversar com os Mount Kimbie.

Então, quando ouvi o Cold Spring Fault Less Youth, foi amor à primeira audição. Tenho que admitir que estou preguiçoso, mas isso até é bom, vou aproveitar essa mesma preguiça para não escrever uma critica ao disco, ou escrever um longo texto exaustivo com detalhes de todas as coisas que gosto em cada canção.
Há muita coisa neste álbum que me tira do sério: desde timbres novos, a canções com letras que me põem a pensar, coisas gravadas em cassetes (e eles usam o gravador de cassetes ao vivo), duas colaborações com o Kid Krule que me chegam ao coração, e a cima de tudo musica para dançar.
É possivelmente o meu segundo disco predilecto de 2013 (sendo que o primeiro é o do Blake).
Quem tem spotify pode ouvir este disco na boa, e em baixo está o ultimo telédisco dos moços.

sexta-feira, abril 26, 2013

Já devia ter postado isto à mais tempo!

Enfim, não é novidade que tenho andado a ouvir as cenas da nova escola do Hip-Hop, ainda me lembro a primeira vez que ouvi a Imma Read do Zebra Katz com a Njena Reddd Foxxx, a 212 da Azealia Banks (que hoje é o toque do meu telemovel) Tammy's Song do Kendrick Lamar, a New York da Angel Haze, ou a PMW  do A$AP Rocky com o Schoolboy Q, todas estas canções ganham morada na minha cabeça e rapidamente passam a fazer parte das playlists que vou ouvindo diariamente. A ultima canção que teve esse efeito foi a Work da Iggy Azalea, uma canção que fala das suas origens, como tudo começou, mas mesmo assim não é uma canção triste apesar de percebermos que a australiana já passou por muito, mas tem a intenção de nos por a dançar. Quando um dos meus amigos me mostrou esta versão acústica consegui prestar mais atenção à beleza na musica e às letras também. Agora é esta a canção que não sai da minha cabeça.

quarta-feira, abril 24, 2013

O preto no video do Branko.

Fui convidado pelo meu amigo João Barbosa para participar no seu novo video. Foi mesmo muito divertido filmar este video, sobretudo porque estava rodeado de amigos. Este single faz parte da mixtape Drums Slums Hums que está disponível para download gratuito e tem faixas com artistas de que gosto imenso como os nova-iorquinos Zebra Katz e Njena Redd Toxx, e a londrina Roses Gabor. Vale a pena sacar esta mix daquele que considero ser um dos melhores produtores de musica electrónica nacional.

quinta-feira, abril 11, 2013

Alguma coisa (boa)

Um dos últimos discos que parei para ouvir com alguma calma foi o disco Something dos CHAIRLIFT, uma banda de Brooklyn que me punha a cantar cada vez que o single passava na rádio. Um dos meus amigos com quem tenho estado a trabalhar descobriu a banda à pouco tempo e eu decidi que seria uma boa altura para ouvir mais coisas deles com atenção. A uma primeira audição lembro-me das irmãs californianas HAIM, mas neste caso as canções são mais imediatas, os arranjos mais subtis (mas não deixam de ser eficazes por isso) e a voz é desprovida de vícios e exageros, voz essa que por vezes também trás à minha memoria a Imogen Heap. Há sintetizadores e outros timbres que nos transportam para a década de oitenta, e quando ouço as canções também me lembro de alguma maneira dos Sting e dos The Police, e tal vez seja por isso que na minha cabeça faça tanto sentido a digressão que fizeram com o Gotye. É um disco pop como deve ser, cheio de propostas interessantes e a cima de tudo é mesmo muito divertido. Vou postar aqui o video do tal single que me faz cantar com um sorriso na cara.

quarta-feira, abril 10, 2013

Pronto...

Novo video do Blake.
Acho que nem preciso dizer nada...

Projecto Atlas

Uma promotora de eventos independente em Lisboa e também uma webzine gratuita que pretende promover o que se faz de novo na cultura. Tive o privilegio de ser entrevistado para a primeira edição e todos os outros entrevistados são pessoas que admiro bastante.
Leiam e partilhem.

terça-feira, abril 09, 2013

Ouvi o novo disco dos Yeah Yeah Yeahs

Esta manhã tive algum tempo, enquanto estava a alinhar algumas coisas no Photoshop, decidi ir ao grooveshark e meter o quarto álbum dos nova-iorquinos. Já tinha gostado do single mesmo antes de ter visto o vídeo, o refrão meteu-me logo a cantar e acho que sou um vendido no que diz respeito a canções que tenham um coro Gospel. Não fiquei propriamente impressionado com o disco, mas tem bons momentos de rock e ruido, e é muito evidente a influencia dub nas novas canções. Ritmicamente tem todas as coisas de que gosto quando ouço o Brian Chase, e também não fico indiferente às guitarras experimentadas do Nick Zinner, no entanto é sempre a voz singular da Karen O. que funciona como um elemento que me deixa preso à musica durante a audição. Sinto que é um disco que precisa de crescer em mim, pois ainda não senti o "factor wow" que sinto cada vez ouço o Fever To Tell. Deixo aqui um vídeo que gostei bastante, da actuação no David Letterman com o coro Broadway Inspirational Voices.

segunda-feira, abril 08, 2013

Okay, ouvi o Overgrown...

...mais de cinco vezes só durante o dia de hoje.
É um disco perfeito, e não sou o único com esta opinião. Há quem considere mesmo a obra prima de James Blake. Ao escutar o disco encontramos novas experiências sónicas, mas este é acima de tudo um  disco de canções. Há uma evidente evolução, ou seja, não é mais do disco homonimo mas sim um avanço para uma etapa nova na musica de Blake. Sinto também que este disco está muito mais proximo do que acontece em palco nos seus concertos, mas também de alguma forma tem faixas que se aproximam mais das pistas de dança. Não sei se é por já estar habituado a esta estética e a esta "linguagem" que James desenvolveu, mas depois de ouvir o disco de estreia, todos os EPs e B-sides (que consegui encontrar) fico com a sensação que este é um um disco mais acessível, na medida em que a musica já não cria qualquer tipo de resistência a um ouvinte como eu.
Acho que vou continuar a ouvir este disco durante muito tempo, e há uma probabilidade de escrever sobre este em Dezembro afirmando ser o meu disco favorito deste ano.

http://factmag-images.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2013/02/Overgrown-art-2.2013.jpg

Aqui está o video novo single, o primeiro da 1800-Dinosaur. No inicio eu pensava que este nome era sómente o referente ao tumblr pessoal de James, mas acabou por se tornar numa noite especial no Plastic People de Londres, e depois disso chegou a passar também por Barcelona e Paris. À quatro dias a trás a editora fundada por Blake e Dan Foat (seu manager e ex membro da R&S Records) com o o nome desse mesmo blogue. Nesta editora não encontramos só James Blake, mas também Klaus e Airhead.

sexta-feira, abril 05, 2013

...em Angola...

Não tenho vindo aqui ao blogue, parece desleixe mas na verdade há muita coisa a acontecer ao mesmo tempo, e não tenho estado pela Moita, o sitio onde paro e escuto (ou vejo) coisas novas e escrevo sobre elas. Hoje também não estou por casa mas há uma coisa que fico feliz por partilhar.
Tive o enorme privilegio de conversar com a Alexandra Ho no contexto de uma entrevista para a revista angolana Caju (um suplemento do Jornal Sol). Esta manhã fiquei a saber que a entrevista foi escolhida para a capa da publicação.

PDF AQUI





sábado, março 09, 2013

Lanche de Domingo

Photo: Lanche de Domingo às 17h no Páteo Super Bock Super Rock. 
Amanhã vamos dar um concerto "calminho" no PÁTEO SUPER BOCK SUPER ROCK às 17h.
Apareçam no The Decadente (o nº 81 da Rua de S. Pedro de Alcântara em Lisboa).
A entrada é gratuita.

sexta-feira, março 08, 2013

Uma semana com coisas novas a acontecer.

Nos últimos dias têm aparecido canções novas, já escutei duas do James Blake (mas acho que só vou as querer partilhar no meu blogue quando eu escutar o disco que saiu hoje) e também uma canção nova dos Mount Kimbie.
Made To Stray deve ser possivelmente a canção mais fácil de dançar que já ouvi deste duo britânico, assim que a batida começa fico logo com vontade de me mexer, de seguida entram os inconfundíveis sintetizadores que costumam usar e que de alguma maneira fazem-me pensar que "isto soa mesmo a Londres". O facto deles cantarem e a voz estar mais percetível é uma novidade para mim, pois pelo que tenho percebido era algo que só faziam ao vivo. Estou extremamente curioso e ansioso para escutar o disco que irá ser editado pela Warp Records, e tenho alguma esperança de que haja uma possibilidade de ver o concerto que darão dia 5 de Maio em Belém no festival Day + Night dos The XX.

terça-feira, março 05, 2013

O meu amigo "Tigre Trovão".

Fevereiro foi um mês em que passei muito tempo afastado da blogosfera, grande parte do tempo foi dedicado a gravações e isso implica que passe bastante tempo longe de casa e por essa razão (para além de não ter tempo para parar e escrever) também não tenho tido muito tempo para escutar e descobrir musica nova. Mas hoje preciso mesmo de quebrar o silêncio e partilhar um EP muito especial.

Disponível para download no site da Juicy Records

Chama-se Parts and Bitters e é da autoria do Bráulio Amado que assina sob o pseudónimo Thunder Tiger
O Bráulio é um português em Nova Iorque. É músico, ilustrador, designer e (creio que também seja) realizador, mas posso dizer sem qualquer sombra de duvida que é uma das pessoas mais talentosas que conheço, dotado de uma voz singular.
Lembro-me de ver Adorno pela primeira vez à cerca de cinco anos atrás e ter sido um dos concertos mais inspiradores da minha adolescência, saí daquele concerto com vontade de fazer uma banda, e foi isso que aconteceu uns dias mais tarde, e creio que essa experiência teve imensa importância porque de algum modo me trouxe ao sitio onde estou hoje. Lembro-me que nessa época devido à minha timidez não fui falar com o vocalista e baixista da banda depois do concerto que deram no Montijo, só tive a oportunidade de o conhecer pessoalmente no final do ano passado, e quando o conheci percebi que ele é um daqueles amigos especiais que queremos sempre manter.
No penúltimo dia de Janeiro recebi um e-mail com o desafio de a fazer uma cover da ultima canção do disco Parts and Spares, e eu nem pensei duas vezes, respondi logo a perguntar quando é que a minha canção tinha de estar pronta. Depois de algumas trocas de e-mails e mensagens entre a Moita e Brooklyn percebi que poderia fazer uma faixa mais experimental e de baixa fidelidade com o meu microfone comprado numa loja dos chineses, à semelhança das que fiz na mixtape.
O Bráulio deu-me liberdade total para interpretar a musica dele como eu bem quisesse, até permitiu que a adaptasse para a língua portuguesa, pois para mim esta experiência veio confirmar que eu só gosto de me ouvir cantar na minha língua nativa.
Comecei por tentar criar uma versão com o único instrumento que tinha em minha casa, a guitarra acústica, intencionado em me aproximar da versão original, mas não estava satisfeito com o resultado, então comecei a fazer experiências com timbres de outras canções, algumas delas de discos que tínhamos recomendado um ao outro nas mensagens que trocámos durante as ultimas semanas. Samplei e manipulei um sub-grave do Ifan Dafydd, umas palmas de uma remistura que o James Blake fez para os Mount Kimbie, umas teclas do Toro Y Moi, uma bateria dos The Chariot, e por fim samplei a minha voz, e a da Ellie Goulding numa canção que curiosamente também se chama Home. Isto tudo apenas com o Audacity que deve ser possivelmente o programa de edição de audio mais rudimentar que conheço, mas pelo menos é leve e gratuito. Depois pedi ao meu amigo Bruno Mota que fizesse uma mistura muito rápida do que eu tinha gravado.
Quando enviei a minha versão senti que tinha criado algo especial, embora não fosse perfeito, tinha certeza que tinha sido o mais honesto possível, tal como o Bráulio sempre fez nas suas canções.

Este EP celebra o aniversário da editora DIY Juicy Records e está disponível para download. É possível escolher quanto querem pagar por estas três canções, ou seja, podem adquirir gratuitamente.

domingo, fevereiro 10, 2013

Queria conter-me mas não sou capaz...

Na quinta-feira passada ouvi Retrograde pela primeira vez, apenas uma versão ao vivo e estava ansioso pelo dia seguinte para poder escutar a versão final, que seria colocada online às oito da noite de sexta. Como estou a gravar com o Ben, não estava em casa a essa hora, mas assim que cheguei alguém muito simpático se encarregou de postar a canção no mural do meu facebook. Eu já tinha passado o dia inteiro com a melodia na minha cabeça, mas quando ouvi percebi que havia uma razão plausível para toda a excitação e ansiedade que estava a sentir ao longo do dia. É possivelmente a canção mais bonita deste ano. Estou extremamente ansioso para poder ouvir o seu novo álbum, Overgrown que sairá no dia 8 de Abril. Tenho também alguma esperança de ter possibilidades financeiras para ir ao Porto ver o concerto no Primavera Sound. Se eu já era um grande fã do James Blake acho que agora ainda sou mais.