quarta-feira, janeiro 11, 2012

Agora faço exercícios todos os dias.

Para alem de ter voltado a correr todos os dias (ou andar de skate em alternativa) percebi que o que eu faço não é o suficiente. Eu estou sempre tenso em qualquer ocasião então um amigo aconselhou-me a fazer alongamentos diariamente de modo a conseguir relaxar os músculos durante o dia. A vantagem disto é que fazendo alongamentos é possivel perder peso.



À pouco tempo tambem consegui perceber que já não danço à imenso tempo e tenho que voltar a praticar os meus movimentos. Eu nunca fui grande fã de desporto, por isso dançar era uma das poucas formas de exercício que me dão algum gozo. Ultimamente ando numa onda de aprender a dançar "musica de pretos"...



Quanto à voz, antes só a aquecia (raramente) antes dos concertos, mas percebi que poderei encontrar muitas vantagens no exercício diário. Então agora todos os dias separo pelo menos uma hora para fazer a rotina toda e praticar as canções que preciso de saber cantar, de modo a estar preparado.



São boas formas de ocupar os dias e manter-me saudável.

Os At The Drive In e os Refused reúnem-se

Só falta terem datas marcadas em Portugal.

segunda-feira, janeiro 09, 2012

C de CANGARRA

Foi o que ouvi hoje enquanto andava de skate e foi a banda sonora perfeita para uma ida do Carvalhinho até à Fonte da Prata sobre rodas. Podem sacar no aqui.

Estou num momento em que canções como esta começam a fazer sentido.

É imperativo!

Este ano tenho de ver um concerto de Norbero Lobo!

Rendo-me!

Este fim-de-semana tive a oportunidade de ouvir o disco do James Blake com a devida atenção, embora de forma um pouco involuntária, como se estivesse entre a espada e a parede, mas ainda bem que assim foi. Eu precisava mesmo de parar para ouvir e escutar bem a musica do Blake. Hoje acho um disco impressionante que faz sentir-me imensas coisas, e algumas dessas coisas são físicas. As harmonias vocais, choques harmónicos que dão-nos prazer, frequências que fazem vibrar, timbres escolhidos meticulosamente, elementos rítmicos que fogem daquilo que consideramos ser "tempo certo", a repetição que surpreendentemente nunca torna-se entediante, e uma voz frágil como uma folha de papel. A sugestão da entrada de um lugar gélido onde as estalactites pingam e som da queda das gotas ecoa por todo o local. Esta é a canção que deixa os músculos das minhas costas tensos, e depois de petrificado sinto-me como se houvesse algo em mim querendo perfurar o meu tórax num acto de evasão.

Gosto cada vez mais de estruturas que provavelmente nunca faria.

Esta canção é "antiga" mas é um bom exemplo do que tenho tido a oportunidade de experimentar ultimamente.

domingo, janeiro 08, 2012

São tantas as vezes que quero dizer o que sinto e não encontro palavras...

...mas é em momentos como esses que lembro-me:
"Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse Amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine. (…)"