É um bocado ridículo fazer listas das melhores cenas de um ano antes do seu fim, é por isso que resolvi adiar este post até ao primeiro dia de 2014, mas hey, isto é o que eu acho, e talvez a única coisa ridícula aqui é o que eu acabei de escrever...
Não escolho estes discos meramente por uma questão de relevância, ou o que trouxeram de novo para a musica, ou se estão muito bem gravados e produzidos. Estes são critérios que tenho em conta, mas acima de tudo estou a listar os discos que mais gostei de ouvir ao longo do ano e que sei que irei continuar a ouvir, ou seja, sempre que eu enunciar um "nº 1" isso significa que esse é o meu favorito do ano, não quer dizer necessariamente que é o melhor do ano, não sou eu que tenho de decidir isso...
Baza lá aos Tops então:
DISCOS INTERNACIONAIS:
1 - Overgrown - James Blake
2 - Anything In Return - Toro Y Moi
3 - Cold Spring Fault Less Youth - Mount Kimbie
DISCOS NACIONAIS:
1 - Turbo Lento - Linda Martini
2 - O Grande Medo do Pequeno Mundo - Samuel Úria
3 - Ash Is A Robot - Ash Is A Robot
DISCOS QUE SÓ DESCOBRI EM 2013:
Threads - Now, Now - (o álbum é de 2012)
Astro - Astro (a banda do Chile e o álbum é de 2011)
ESTE ANO PRESTEM ATENÇÃO A:
-Squin
-Dwarf
-Apoca-Lips
MELHOR CONCERTO:
The XX no Day + Night
MENÇÕES HONROSAS:
Matangi - M.I.A.
Yeezus - Kanye West
Reflektor - Arcade Fire
Is Survived By - Touché Amoré
The Water And The Blood - Dustin Kensrue
Sunbather - Deafheaven
Arca - &&&&&
Um/I - Papaya
Jibóia EP - Jibóia
Tudo o que tá no spotify está aqui, tá bem?
Beijos e abraços.
quarta-feira, janeiro 01, 2014
Silencio...
...bora lá acabar com ele.
Estive cerca de seis meses longe deste blogue desde a ultima vez que postei alguma cosia. No inicio não foi intencional, mas rapidamente comecei a repensar a forma como postvaa e o que me levava a postar e decidi que só voltaria aqui agora em 2014.
Em primeiro lugar percebi que não tinha assim tanta necessidade de partilhar a minha opinião a cerca de musica, em primeiro lugar porque tenho de estar mais preocupado em criar a minha própria música em vez de estar a pensar na musica dos outros. No fundo, também percebi o que eram os meus posts: simplesmente a minha opinião, que vale o que vale (nada mesmo(lol). Não tenho qualquer pretensão em ser "jornalista" ou "critico" da net, e já estava um pouco cansado da ideia de tentar compreender (e justificar) toda a musica de que gosto, apesar de ter sido eu próprio, quem propôs a mim mesmo, usar este blogue com este propósito, de tentar compreender melhor o meu gosto ou até mesmo ausência dele. Outra razão que me fez parar de escrever foi começar a ouvir varias vezes quando era entrevistado, perguntas começadas com "Eu li no teu blogue..." (aquele momento em que percebo que afinal há malta que vem cá ver isto, e não estou a escrever só para o meu amigo d' Aveiras de Cima).
Tenho tido o privilegio de ser convidado por outros blogues e publicações para ocasionalmente partilhar a minha opinião a cerca das cenas que ouço, e para mim isso chega, no entanto este post não serve para dizer que vou parar de utilizar este blogue, é o contrario.
Vou usar este espaço para partilhar ainda mais musica e menos opiniões (que na verdade não interessam a ninguém). A coisa boa dos blogues é que só vai ver quem quer, ao contrario do que acontece no Facebook em que nem sempre escolhemos o conteúdo que vemos, e eu não quero ser mais um daqueles "gajos chatos que acham que toda a gente tem de saber o que andam a ouvir" (o spotify e o soundcloud fazem isso por mim, eu sei). Quem quiser saber o que ando a ouvir e quero partilhar pode passar por aqui, irei partilhar coisas antigas com o mesmo entusiasmo que partilho as minhas descobertas, e de vez em quando vou continuar a escrever sobre música que mexe comigo, e as novidades da música que vou fazendo também.
Tanta coisa só para dizer que em 2014 quero estar mais na desconcentra...
Bom ano para toda a gente.
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Estive cerca de seis meses longe deste blogue desde a ultima vez que postei alguma cosia. No inicio não foi intencional, mas rapidamente comecei a repensar a forma como postvaa e o que me levava a postar e decidi que só voltaria aqui agora em 2014.
Em primeiro lugar percebi que não tinha assim tanta necessidade de partilhar a minha opinião a cerca de musica, em primeiro lugar porque tenho de estar mais preocupado em criar a minha própria música em vez de estar a pensar na musica dos outros. No fundo, também percebi o que eram os meus posts: simplesmente a minha opinião, que vale o que vale (nada mesmo(lol). Não tenho qualquer pretensão em ser "jornalista" ou "critico" da net, e já estava um pouco cansado da ideia de tentar compreender (e justificar) toda a musica de que gosto, apesar de ter sido eu próprio, quem propôs a mim mesmo, usar este blogue com este propósito, de tentar compreender melhor o meu gosto ou até mesmo ausência dele. Outra razão que me fez parar de escrever foi começar a ouvir varias vezes quando era entrevistado, perguntas começadas com "Eu li no teu blogue..." (aquele momento em que percebo que afinal há malta que vem cá ver isto, e não estou a escrever só para o meu amigo d' Aveiras de Cima).
Tenho tido o privilegio de ser convidado por outros blogues e publicações para ocasionalmente partilhar a minha opinião a cerca das cenas que ouço, e para mim isso chega, no entanto este post não serve para dizer que vou parar de utilizar este blogue, é o contrario.
Vou usar este espaço para partilhar ainda mais musica e menos opiniões (que na verdade não interessam a ninguém). A coisa boa dos blogues é que só vai ver quem quer, ao contrario do que acontece no Facebook em que nem sempre escolhemos o conteúdo que vemos, e eu não quero ser mais um daqueles "gajos chatos que acham que toda a gente tem de saber o que andam a ouvir" (o spotify e o soundcloud fazem isso por mim, eu sei). Quem quiser saber o que ando a ouvir e quero partilhar pode passar por aqui, irei partilhar coisas antigas com o mesmo entusiasmo que partilho as minhas descobertas, e de vez em quando vou continuar a escrever sobre música que mexe comigo, e as novidades da música que vou fazendo também.
Tanta coisa só para dizer que em 2014 quero estar mais na desconcentra...
Bom ano para toda a gente.
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quinta-feira, junho 06, 2013
Não me esqueci que tenho um blogue...
Tenho passado imenso tempo fora de casa e quando regresso a ultima coisa que me lembro é de que tenho um blogue para manter (ou não).
Enfim...
Eu pensei para mim mesmo "quando regressar ao blogspot vai ser para falar do novo de Mount Kimbie". Entretanto tive o enorme privilégio de os ver ao vivo no Day + Night Lisboa, eu recebi um convite da Janela Urbana para escrever sobre essa experiência e há um video giro desse dia.

Então, quando ouvi o Cold Spring Fault Less Youth, foi amor à primeira audição. Tenho que admitir que estou preguiçoso, mas isso até é bom, vou aproveitar essa mesma preguiça para não escrever uma critica ao disco, ou escrever um longo texto exaustivo com detalhes de todas as coisas que gosto em cada canção.
Há muita coisa neste álbum que me tira do sério: desde timbres novos, a canções com letras que me põem a pensar, coisas gravadas em cassetes (e eles usam o gravador de cassetes ao vivo), duas colaborações com o Kid Krule que me chegam ao coração, e a cima de tudo musica para dançar.
É possivelmente o meu segundo disco predilecto de 2013 (sendo que o primeiro é o do Blake).
Quem tem spotify pode ouvir este disco na boa, e em baixo está o ultimo telédisco dos moços.
Enfim...
Eu pensei para mim mesmo "quando regressar ao blogspot vai ser para falar do novo de Mount Kimbie". Entretanto tive o enorme privilégio de os ver ao vivo no Day + Night Lisboa, eu recebi um convite da Janela Urbana para escrever sobre essa experiência e há um video giro desse dia.
Então, quando ouvi o Cold Spring Fault Less Youth, foi amor à primeira audição. Tenho que admitir que estou preguiçoso, mas isso até é bom, vou aproveitar essa mesma preguiça para não escrever uma critica ao disco, ou escrever um longo texto exaustivo com detalhes de todas as coisas que gosto em cada canção.
Há muita coisa neste álbum que me tira do sério: desde timbres novos, a canções com letras que me põem a pensar, coisas gravadas em cassetes (e eles usam o gravador de cassetes ao vivo), duas colaborações com o Kid Krule que me chegam ao coração, e a cima de tudo musica para dançar.
É possivelmente o meu segundo disco predilecto de 2013 (sendo que o primeiro é o do Blake).
Quem tem spotify pode ouvir este disco na boa, e em baixo está o ultimo telédisco dos moços.
sexta-feira, abril 26, 2013
Já devia ter postado isto à mais tempo!
Enfim, não é novidade que tenho andado a ouvir as cenas da nova escola do Hip-Hop, ainda me lembro a primeira vez que ouvi a Imma Read do Zebra Katz com a Njena Reddd Foxxx, a 212 da Azealia Banks (que hoje é o toque do meu telemovel) Tammy's Song do Kendrick Lamar, a New York da Angel Haze, ou a PMW do A$AP Rocky com o Schoolboy Q, todas estas canções ganham morada na minha cabeça e rapidamente passam a fazer parte das playlists que vou ouvindo diariamente. A ultima canção que teve esse efeito foi a Work da Iggy Azalea, uma canção que fala das suas origens, como tudo começou, mas mesmo assim não é uma canção triste apesar de percebermos que a australiana já passou por muito, mas tem a intenção de nos por a dançar. Quando um dos meus amigos me mostrou esta versão acústica consegui prestar mais atenção à beleza na musica e às letras também. Agora é esta a canção que não sai da minha cabeça.
quarta-feira, abril 24, 2013
O preto no video do Branko.
Fui convidado pelo meu amigo João Barbosa para participar no seu novo video. Foi mesmo muito divertido filmar este video, sobretudo porque estava rodeado de amigos. Este single faz parte da mixtape Drums Slums Hums que está disponível para download gratuito e tem faixas com artistas de que gosto imenso como os nova-iorquinos Zebra Katz e Njena Redd Toxx, e a londrina Roses Gabor. Vale a pena sacar esta mix daquele que considero ser um dos melhores produtores de musica electrónica nacional.
quinta-feira, abril 11, 2013
Alguma coisa (boa)
Um dos últimos discos que parei para ouvir com alguma calma foi o disco Something dos CHAIRLIFT, uma banda de Brooklyn que me punha a cantar cada vez que o single passava na rádio. Um dos meus amigos com quem tenho estado a trabalhar descobriu a banda à pouco tempo e eu decidi que seria uma boa altura para ouvir mais coisas deles com atenção. A uma primeira audição lembro-me das irmãs californianas HAIM, mas neste caso as canções são mais imediatas, os arranjos mais subtis (mas não deixam de ser eficazes por isso) e a voz é desprovida de vícios e exageros, voz essa que por vezes também trás à minha memoria a Imogen Heap. Há sintetizadores e outros timbres que nos transportam para a década de oitenta, e quando ouço as canções também me lembro de alguma maneira dos Sting e dos The Police, e tal vez seja por isso que na minha cabeça faça tanto sentido a digressão que fizeram com o Gotye. É um disco pop como deve ser, cheio de propostas interessantes e a cima de tudo é mesmo muito divertido. Vou postar aqui o video do tal single que me faz cantar com um sorriso na cara.
quarta-feira, abril 10, 2013
Projecto Atlas
Uma promotora de eventos independente em Lisboa e também uma webzine gratuita que pretende promover o que se faz de novo na cultura. Tive o privilegio de ser entrevistado para a primeira edição e todos os outros entrevistados são pessoas que admiro bastante.
Leiam e partilhem.
Leiam e partilhem.
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